
acorda o homem inanimado, com tanta falta de tesão acabou por entrar na depressão. eram tantas noites perdidas, com o seu vinho, com a sua revista de calendário de 'mulher sexy de janeiro', de cigarro na mão, de palhito nos dentes, no café do dono adelino. quiçá, vive a vida de um homem desesperado, coitado!
a mulher sentada no sofá, à espera do seu rendimento mínimo, e à procura do melhor amante possível, suposto um homem de barba azul cheio de grana. levanta-se, veste o seu vestido vermelho. sai à rua de rosto ardido, vai à escola buscar o filho da má vida. uma árvore se vai despindo e o vestido vai se caindo, logo o vento lho levou. nua bem rota envergonhada, quer ela lá saber. era ana, era teresa, era rita, era ninguém, era alguém, o seu nome é alice, única e talentosa.
esse lugar é temporal de tempo igual, e bem vindo encantado ao mundo das cabras mal fodidas, que por aqui já encontro às milésimas!
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